A China não é mais a “Fábrica do Mundo”?

A CHINA NÃO É MAIS A “FÁBRICA DO MUNDO”?

 

Após dois anos e meio do início da disseminação da COVID-19, a frase que já é dita há alguns anos — A China não é mais a “Fábrica do mundo” —, agora se torna uma pauta maior de discussão e peso no meio industrial. Um dos motivos para esse despertar de posição da indústria ao redor do mundo foi a crise do setor automotivo, que se originou, dentre outras razões, da falta de microcomponentes. Esses componentes eram majoritariamente produzidos na China e Taiwan, e com a limitação das fronteiras, houve o fechamento de diversas fábricas e montadoras ao redor do globo que dependiam dessa importação para que o fluxo produtivo funcionasse.

 

Com essa experiência, o mercado se alertou para o problema que é ter fontes centralizadas de produção, pois, há o risco de não entregar o produto final devido a fatores incontroláveis, como foi a pandemia. Para que aconteça de fato a descentralização, algumas ações estão sendo realizadas, como, por exemplo, milhões em incentivos sendo distribuídos para construção de fábricas de chips nos territórios de outros continentes como Europa e América.

 

Entretanto, a China também está buscando outros meios de confiança e retomada, antes de arriscar perder a sua “coroa”. Uma legislação nomeada de “regra 50:50” previa que montadoras estrangeiras instaladas no país precisavam obrigatoriamente ter parceiros locais, e sem deter mais que 50% do controle acionário da produção. No mês de janeiro de 2022, foi confirmado pelo Ministério do Comércio e pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC) o fim dessas restrições atreladas aos negócios em solo chinês, abrindo vantagem para receber mais marcas de montadoras no país.

 

Mediante diversos acontecimentos, essa dissolução de fábricas ao redor do mundo já é uma realidade. Em março desse ano, a produção industrial da China registrou o menor nível em dois anos, conforme dados divulgados na página da Uol Economia. Enquanto isso, o mercado do Brasil, por exemplo, está aquecido e qualificado em serviços de engenharia presenciando um crescimento após o coronavírus, conforme dados da associação de engenharia do Brasil. Dessa maneira, é um país preparado para essa movimentação e recepção de novas fábricas no continente americano.

 

A partir de todas essas previsões e evoluções no meio do mercado industrial internacional, a SAMOT Brasil e México tem um papel importante com seus produtos de usinagem de nível de excelência mundial. A preparação e capacidade de atendimento por aqui são garantidas, tendo habilidade para receber essa nova demanda que pode surgir no continente americano nos próximos meses e anos.

 

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